
Meus amados:
Humor quando não mata engorda.
Desconsiderando aquela ave de rapina cerebra -grega Parana - acho que o país está o próprio cáos. Vamos parar de brincar com isso.
Fernando com a sua erudição me passa sua angústia. Suas idéias caro FH são catalogo-telefônicas: têm personagens demais.Muitas ilhas belas de pensamento liberal aprisionado, Eu adoro.
JK
A culpa vem de JK pra cá. Destruiu a participação da massa raciocinadora do país, concentrada essencialmente do Rio com um criativo, perdoem a franqueza - PUM!, também conhecido como Brasilia. Vale aí a metáfora da caverna de Ali Baba, que aliás nada teve com Ali Baba mas com os 40 ladrões entre os quais Platão, acho, porque roubava as idéias de Sócrates que não sabia escrever. Lula é socrático-pragmático quando repete como um pirata de papagaio"Só sei que não sei!". Acha lindo isso.
Por mim, recomendo a pérola cinematográfica chamada "Watson" (traduzido fielmente para "Sherlock Holmes") O ator é aquele cara que fez "Amadeus". (Como é mesmo o nome dele. Peraí que eu vou pegar meu dicionário Alzheimer de Alemão)
Colocação em cima da colocação
A frase título, como sabemos é usada, para o - como diz no ENEM - "cerumano" falar fora da inscrição nos Congressos.
Proponho a nós todos do DEM e do ÔNIOS reunirmio-nos em uma sessão de cinema para criar um cine clube nos Shoppings a custa de Luiz Severiano Ribeiro.
Depois a gente sai e vai curtir aqueles comentários geniais que produzimos nas tristemente célebres mesas de bar.(Estas virão em nossa direção logo em seguida)
OBEDIÊNCIA CIVIL
Defendendo o meu protesto contra a existencia das coisas inúteis vou parar de dar para o governo.
A Receita Federal não serve para nada, só para tirar dinheiro suado de quem rala (tipo os guardinhas da Prefeitura, que por sinal estão de greve há uma semana e ninguém notou, tipo o Tribunal de Contas)
O imenso cordão de "governadores" de Brasilia fazem o Boi de Piranha.Em que Zé Dirceu, Genoino - mente etc e tal, são melhores que eles?
Lula blindadão.
Paulo Jorge da Fonseca de Brito-Inglez Bonates, PB colocando tudo.
- Porra tá frio aqui em cima.
- O céu não tem temperatura, minha senhora - pondera um porteiro celestial de plantão.
- Não tem o cacête. Tá frio sim senhor - insiste Dercy.
- Prefere o inferno? Lá é mais quentinho!
- Manda tua mãe pra lá. Cadê o Pedro?
- Pedro só atende aos purificados.
- E eu tô suja por acaso? Tô cagada?
- Você primeiro tem que passar pelo purgatório, ajustar umas continhas...
- Não devo nada a viado nenhum.
- Você foi muito sapeca lá por baixo.
- Como é que você sabe? Andava escondido debaixo das minhas saias?
- Dercy, daqui de cima a gente vê tudo.
- Vê porra nenhuma. Vê a pobreza, a violência, meninas de 4 anos sendo estupradas pelos pais, político metendo a mão no dinheiro dos pobres, carinha cheirando até bosta pra ficar doidão? O que vocês vêem? Só me viam?
- Você fala muito palavrão.
- Eu sempre disse que o palavrão estava na cabeça de quem escutava. Palavrão é a fome, a falta de moral destes caras que pensam que o mundo é deles. Esses goelas grandes e seus assessores laranjas, tangerinas e o cacête!
- Está vendo? Outro palavrão.
- Cacête é palavrão, seu porteiro do caralho? Palavrão é a Puta Que o Pariu!
(silêncio por alguns segundos)
- Seja bem vinda Dercy. Sou Pedro. Pode entrar.
- CARAAAAAALHO!!! Não é que eu morri mesmo?!!! E o purgatório?
- Você já passou 101 anos por ele, lá no Brasil. Venha descansar!!!
As pérolas do ENEM 2009
O tema da redação do Enem 2009 foi Aquecimento Global, e como acontece todo ano, não faltaram preciosidades. Lá vão:
1) "o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta.
2) "A amazônia é explorada de forma piedosa.
3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar planeta."
4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu."
5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta."
6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação."
7) "Espero que o desmatamento seja instinto."
8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo."
9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta."
10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis."
11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas."
12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna."
13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza."
14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica."
15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável."
16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias."
17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia."
18) "Paremos e reflitemos."
19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas."
20) "Retirada claudestina de árvores."
21) "Temos que criar leis legais contra isso."
22) "A camada de ozonel."
23) "a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor."
24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas sem coração."
25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável."
26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação."
27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises."
28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes."
29) "O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório"
30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando."
31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc."
32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem."
33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis."
34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia.."
35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?"
Produto estrategicamente amparado pelo aval do Palácio do Planalto e embalado para ser visto por 20 milhões de espectadores pagantes, “Lula, o Filho do Brasil”, o mais caro filme produzido até hoje no
país (algo em torno de R$ 40 milhões, incluindo farta publicidade, confecção de 430 cópias e outras despesas) - fracassou miseravelmente. Ao tomar conhecimento do fato Lula ficou “desapontado”, pois contava
com o êxito do filme para arrebanhar votos e eleger Dilma Rousseff - ex-terrorista e assaltante de banco - à Presidência da República.
Em São Paulo, principal mercado exibidor do País, o filme de Lula conseguiu pouco mais de 100 mil espectadores na sua segunda semana de exibição. (Para se ter ideia do desastre, em apenas três dias o desenho animado “Alvim e os Esquilos”, produção de segunda linha norteamericana, superou a casa dos 640 mil ingressos vendidos). E na sua terceira semana de exibição, em circuito nacional, a frequência media
do filme, que já era baixa, caiu 70%, consolidando a derrocada. Fui ver o filme de Lula numa sala da Zona Sul do Rio, na última sessão de uma sexta-feira, horário considerado nobre para o mercado exibidor.
Sua plateia, constituída por 17 incautos, mostrava-se entediada, em que pese o som áspero de uma trilha sonora sobrecarregada – em cinema, curiosamente, um fator decisivo para se anular a atenção do público.
Antes do letreiro “Fim”, uns cinco espectadores, mais hostis, implesmente abandonaram a sala de projeção, entre apupos e imprecações.
Por que o filme de Lula, mesmo com a milionária campanha de marketing e massivas chamadas na televisão, além do intenso noticiário da mídia amiga e o apoio milionário das centrais sindicais, fracassou a olhos vistos?
Em primeiro lugar porque é um filme pesado, “bore” - como diria, apropriadamente, a vigorosa Pauline Kael. Seu roteiro, por elíptico, caminha aos saltos e carece de uma estrutura dramática eficiente,
capaz de envolver o espectador. Seus articuladores, movidos pela insensatez, pretendendo compor um ambicioso painel da vida do “cinebiografado”, estraçalharam as etapas de apresentação,
desenvolvimento, clímax e desfecho da narrativa em função de uma montagem que corre em velocidade supersônica, suprimindo, com isso, a necessária integridade e clareza da narrativa.
Eis o veredicto: como se processa numa dramaturgia capenga, o filme de Lula corre por conta de situações dramáticas apenas esboçadas e, ao modo de um relatório previsível, materializa-se como peça de
ilustração – ilustração chata e pouco convincente. Mas a razão primeira pela qual o filme de Lula fracassa é porque ele navega, do início ao fim, nas águas turvas da mentira. Basicamente tudo que nele é exposto -- desde os episódios da infância carente narrados em tom autocomplacente pelo ex-operário à “companheira”
Denise Paraná (paga pela Fundação Perseu Abramo, instituição petista) até os relatos da sua ascendência na vida sindical -- traz o selo da invencionice dissimulada e o desejo manifesto de se fabricar a imagem
do herói predestinado que se fez Presidente. Como o filme não tem senso de humor, o ponto de partida objetivado é comover o espectador pela exploração emotiva do miserabilismo físico e humano da paisagem social adversa. Neste diapasão, por exemplo, a cabrinha 'traçada' por Lula na infância, conforme seu relato à
“Playboy”, fica de fora. Como de fora fica o episódio marcante em que Vavá, o irmão mais velho de Lula, rouba mortadela para matar a fome da família -- cena que é o ponto de partida de “Os Miseráveis”, a obra perene de Victor Hugo.
Por sua vez, na ânsia de soterrar a moral de botequim que norteia o personagem, por (de)formação infenso a qualquer tipo de valor espiritual, o filme subtraí a cena em que o futuro líder sindical, depois de pedir ao patrão para fazer algumas horas extras na oficina, enfia o dinheiro pago no bolso e, fugindo do trabalho, manda o patrão “tomar no cu”. Como também fica ausente da narrativa, não por acaso, o relato crucial
da enfermeira Miriam Cordeiro, ex-mulher do santificado sindicalista, que o trata por consumado “canalha” em depoimento ao “Estado de São Paulo”, tendo em vista a discriminação exercida por ele contra a filha
Lurian, cuja vida, anos antes, “queria ver abortada”. Ademais, para enganar a audiência, os articulares da escorregadia peça publicitária sequer mencionam o papel dos cursilhos comunistas (lecionados na Alemanha Oriental) na formação ideológica do sindicalista empenhado em fomentar o ódio de classe.
Por outro lado, com o firme propósito de incensar o mito do líder carismático, pleno de virtudes, o filme esconde as relações promíscuas de Lula com Murilo Macedo, o Ministro do Trabalho com quem enchia a
cara de cachaça num sítio de Atibaia, interior de São Paulo, na tentativa de morder a grana fácil da “ditadura militar”. Pior: o filme esconde do espectador que a liderança de Lula no movimento sindical emerge da infiltração dos apóstatas da “teologia da libertação”, aliados do terrorismo (rural e urbano) financiado por
Fidel Castro, somada à ação dos ativistas radicais banidos da vida política cabocla e dos intelectuais marxistas da USP -- na prática os reais fundadores do Partido dos Trabalhadores. Não parece estranho, por exemplo, que tenha sido eliminado do entrecho a figura subversiva do “Frei” Betto, o mentor ideológico do maleável líder sindical? Por incrível que pareça, há no filme de Lula dois personagens que são responsáveis pelos momentos (raros) em que o filme anda e adquire verossimilhança. São eles: Aristides (interpretado por Milhem Cortaz,
na férrea composição de um sub-Zampanô caboclo), o pai alcoólatra de quem Lula reconhece ter “herdado o lado ruim”, e Feitosa (Marcos Cesena, convincente), na vida real Paulo Vidal, o Presidente do
Sindicato dos Metalúrgicos, hábil precursor do “sindicalismo de resultados”, de quem o operário de nove dedos tudo absorveu em matéria de malandragem e, depois, já contando com o apoio e as instruções das facções vermelhas, traiu.
São personagens episódicos, mas funcionais, visto que representam de alguma forma presenças antagônicas, sem as quais não há vestígio de dramaturgia. Já a personagem de D. Lindu (Glória Pires, uma máscara
sustentada com boa porção de pancake), de quem muito se esperava, opera convencionalmente, proferindo sentenças prosaicas, como é de se esperar de uma figura materna – por sinal, segundo Frei Chico, o filho mais velho, negligenciada pela eterna ausência do amado líder sindical. Resumo da ópera: em vez de uma cinebiografia contraditória e humana, temos no filme de Lula o engendrar da construção de um mito. Nele, o
personagem é visto como um ser perfeito e predestinado – logo ele, um sujeito grosseiro e vulgar, desprovido de qualquer tipo de grandeza, a não ser a de mercadejar mentiras em função da manutenção do poder.
Nem Stalin, o monstruoso fabricante de si mesmo, consentiu que se cultuasse, em vida, sob forma de obra de ficção, sua personalidade ditatorial. O que restará ao filme de Lula? Com o apoio da grana fácil do governo,
cumprir a sua missão como peça de propaganda enganosa na agenda eleitoral de 2010. No Sul do País, as centrais sindicais estão distribuindo milhões de ingressos entre os seus filiados, ao tempo em que fornecem sanduíches, refrigerantes e serviço de transporte gratuito aos eventuais companheiros que se disponham a ver a peça de louvação.
No Nordeste, fala-se na contratação de unidades móveis de exibição para percorrer centenas de cidades do interior que ainda não possuem salas de projeção. São gastos adicionais que os mentores (públicos e
privados) do projeto não abrem mão na esperança de que as populações miseráveis testemunhem o florescer da Virtú. A meu ver, inutilmente. Pois, como dizia o outro (que não foi, em absoluto, o Joãozinho Trinta), quem gosta de miséria -- e dela se beneficia -- são os intelectuais de esquerda. Pobre – ou operário -- só quer luxo e riqueza. No que está coberto de razão.
P.S: Visto como espetáculo soa como desperdício que “Lula, o Filho do Brasil”, o “bom negócio” da LC Barreto, tenha custado em torno de enxundiosos R$ 20 milhões, até a 1ª cópia. É muita grana! Um produtor eficiente teria chegado a resultado idêntico com pouco mais de R$ 2 milhões.
(Este artigo foi copiado do SITE ¨midiasemmasca")
* Ipojuca Pontes
Amigos este mundo está perdido. O jornalismo perdeu o lead e crianças de 13 anos elogiam meu Blog. Deixa eu merecer.
Para ser sincero o mérito é todo de uma espécime de gerente da Vivo no Shopping Vitória.
Fui lá para ser roubado pela companhia porque eu tenho vergonha na cara (Tia Cecy, pag,354,Memorias, Mamanus AM).
Fui passam meu cell de pré para pós.
Levei aquela estúpida documentação, a mais gaiata delas é a tristemente famosa "comprovação de residência". Isto é um papel qualquer com teu nome e endereço. Vale mesmo que você jamais tenha nascido.
Levei.
A geniosa figura achou que a importante documentação deveria ter carimbada a data de entrega lá em casa. Ela não sabia ler, aliás. O papel tava tão completo que mamãe baixou dos céus e me pediu que "não espalhasse certas coisas". Foi maus mammy.
Seguindo a metodologia lulista, usada por sócrates, o corintiano - "Só sei que não sei" - a frenética chefe disse que ia ver se quebrava MEU galho.
Saí.
-- O senhor virou de costa para mim!
-- Não. A senhora é quem ficou de frente para minhas costas.
Isso levou um tempo e daria uma tese na Academia de Letras .
Fui embora. Ainda voltei e peguei o papel.
E daí?
Na loja EM FRENTE apresentei a mesma documentação e saí falando pos pagadamente.